quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

SE EU TIVESSE PERNAS, EU TE CHUTARIA (2025) "If a Had Legs Id Kick You" de "Mary Bronstein"


 Rose Byrne em um caos explosivo!

  Imagine se o clássico Réquiem para um Sonho fosse focado na maternidade. É quase o que acontece em Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, um filme visceral que deixa o público em estado de choque ao promover uma imersão onírica no estresse parental e todo o seu impacto. Essa força estrondosa emana da atuação corajosa de Rose Byrne e da visão intransigente da diretora Mary Bronstein. O filme é hype? Com certeza.

  A trama mergulha na depressão pós-parto, acompanhando uma terapeuta que tenta conciliar a maternidade de uma filha com transtorno alimentar pediátrico (que depende de sonda) enquanto seu marido, capitão da Marinha, está ausente há meses. Tudo gira em torno do vazio. Bronstein demonstra um ótimo senso de humor e timing, comandando um elenco impecável — especialmente Byrne, que personifica a mulher exausta, cuja vida está em turbilhão, atormentada por dúvidas e culpa a cada segundo. Destaque também para os efeitos visuais e as sequências de alucinação, que elevam a experiência sensorial.

  A narrativa funciona praticamente como um monólogo de decisões desesperadas que apenas agravam o cenário. Frustrada, angustiada e indignada, a protagonista recorre à desonestidade, mas engana apenas a si mesma ao negar constantemente a gravidade de suas emoções e do contexto em que vive.

  Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria é mais um exemplar potente do cinema dirigido por mulheres sobre mulheres à beira de um colapso. É engraçado, mas dói; é real e estressante na mesma medida.

🌟🌟🌟🌟 MUITO BOM


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