Em cartaz nos Cinemas!
Hype: BOM
Hype: BOM
🎬 NOS CINEMAS! 🍿🍿🍿🍿
Em cartaz nos Cinemas!
👀 NOS CINEMAS - Breve HBO MAX
🏅 Hype: ÓTIMO
NOVA
BUSCA AO TESOURO PERDIDO 💎😒 Se Uncharted não fosse uma
franquia tão famosa e respeitada nos games, dificilmente encontraria espaço
para expectadores que já se divertiram com Indiana Jones, Goonies, A Lenda do Tesouro Perdido e outras histórias similares. O filme é uma diversão
inofensiva e boba que chega aos cinemas essa semana com a difícil missão de não
ser comparada com tais títulos citados. É o típico filme que você já assiste
com aquela sensação de "Déjà vu". A busca pela sua personalidade
própria transforma "Uncharted - Fora do Mapa" em um projeto
ambicioso, baseado em uma franquia de sucesso nos games com uma clara tentativa
de romper sua bolha e flertar com franquias de sucesso do cinema Hollywoodiano.
Esse cálculo sempre é bastante complicado quando envolve um produto tão
consolidado em seu formato de origem, as altas expectativas dos fãs se
transformam em uma bomba relógio prestes a explodir. Não faltou boas intenções,
com um elenco promissor (porém sem química nenhuma 😑), extraindo o melhor de seu material (sem muito filtro 🤪), a aventura pode ser decepcionante para quem espera algo
fora da caixinha mas entrega um entretenimento leve e divertido, tudo flui como
aquele típico filme clichê sobre um explorador em busca de um tesouro perdido
rodeado de adversários traiçoeiros com a mesma missão. Uncharted em sua versão
cinematográfica atrairá principalmente os fãs dos astros Tom Holland e Mark Wahlberg porque seu apelo como filme de ação é bastante problemático. O
nível de verdade some já quando começa e Holland salta de forma irrealista de
caixa em caixa no ar, se desvia de um carro Alfa Romeo vermelho que de repente
começa a sair de um avião diretamente em sua direção, alguém então agarra sua
mão para salvá-lo e percebemos já no início do filme que tudo que será
apresentado depois disso será uma mistura sem medida de Velozes e Furiosos e
qualquer filme de aventura sobre tesouro perdido.
👀 Exclusivamente nos Cinemas! (Streaming: HBO MAX) -🏅 Hype: REGULAR
POP
MULTIFACETADO 👅 Karen Marie Ørsted ou MØ não
economiza elementos atraentes da música pop em seu terceiro álbum.
Sintetizadores orquestrais, batidas exuberantes e quando necessário ampliação
do seu alcance auditivo, evocando uma mistura de arrogância e bem-estar. Motordrome entrega uma mensagem fortalecedora em tempos que artistas sombrios
ganham mais adeptos. MØ consegue leveza em sua paleta emocional. "Sinta
meu pulso / perigoso / me beije debaixo dos dentes de leão / você é minha única
paixão verdadeira", ela proclama em Youth Is Lost movendo-se entre
contenção volátil e a catarse sensual. Hits providenciais como
"Kidness", "Live to Survive" e "New Moon" se
desenvolvem como baladas que flertam com o eletropop melancólico. Mesmo quando
a cantora entrega a melancolia textual como em “Goosebumps” ou na sexy
"Hip Bones" ecoa sua voz de protagonista sem deixar a frequência
baixar. Brad Pitt é uma ode à paixão de infância de MØ e ao relacionamento do
ator com Juliette Lewis. A música contém o refrão: 'Se nunca conseguirmos,
estou bem com isso'. Você tem a sensação de que – realmente – ela está longe de
estar bem com isso." Estas são canções para noites escuras em grandes
metrópoles, dançando através do desgosto de algoritmos de senso comum sem nunca
deixar o drink no copo.
PROFANO
E AUTOCONFLITANTE! 🙏 O drama/suspense erótico de
Paul Verhoeven sobre o relacionamento entre duas freiras lésbicas em um
convento italiano do século XVII ( Esse caso se tornou um dos primeiros casos
documentados de lesbianismo da civilização ocidental moderna depois que um
escrivão da paróquia escreveu sobre isso em seu diário) troca o típico romance
contido em filmes de época que tratam o amor entre duas mulheres por um
enumerado de cenas provocadoras e até certo ponto com interessante reflexão e
fetiche de uma sociedade fascista pela dor e pelo fanatismo. Encarnada por Virginie Effira, Benedetta é uma crente devota no amor de Jesus que nem sempre
tem certeza da melhor forma de retribuí-lo. Uma certa grandiosidade acompanhou
sua fé desde que ela foi aceita no convento. A única guerra que Benedetta tem
que travar é aquela contra a integridade de suas próprias crenças, mesmo que
esse conflito interno se transforme em uma luta pelo poder com a
"chefe" do convento, a freira L"abbesse (Charlotte Rampling, em
atuação apagada). Em meio a sua estranha conexão com a religião, se envolve com
a inocente e traumatizada, Bartolomea (Daphne Patakia). Há um choque
instantâneo de intimidade entre essas duas belas mulheres, embora nunca se
transforme em algo sentimental. Como Benedetta lida com seu sofrimento pessoal
é o caminho para conhecer o seu Cristo particular, inclusive o diretor Paul Verhoeven apresenta uma das cenas mais interessantes do filme, a aparição
de um Jesus "diferente" (sem mais detalhes para não estragar a
experiência de quem não viu o filme ainda). O que Benedetta deve fazer com seu
prazer? Verhoeven obviamente rejeita a ideia de que nossos corpos não devem ser
desfrutados isso rende momentos intensos de erotismo e nudez. Com todos esses
elementos e a experiência de Verhoeven em ficção científica intensificam o hype
de Benedetta, porém seu argumento reforçado por um terceiro ato exagerado
conflita muito com toda a estrutura apresentada. Se a história se aproxima dos
relatos verídicos, é decepcionante acompanhar o excesso de culpa que carrega o
seu desfecho, quase jogando tudo a perder.
👀 CINEMA (Streaming: Telecine) - 👌 Hype: BOM
👀 CINEMA (Streaming: Telecine) - 👌 Hype: ÓTIMO
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