ÓTIMO ⭐️⭐️⭐️⭐️
Em cartaz nos cinemas!
ÓTIMO ⭐️⭐️⭐️⭐️
Em cartaz nos cinemas!
A volta do diretor Christopher Smith após pequenas pérolas do gênero como Triângulo do Medo consegue novamente abrir questionamentos sobre como enxergamos o cinema de terror atualmente, algo que se tornou particular em suas obras. A busca incessante ao entretenimento de horror pode anular o mesmo e dificultar a experiência quando ela pode ser uma contemplação de arte. O Convento apresenta algo bem interessante nesse sentido, não que seja uma obra-prima ou não tenha falhas, não é sobre isso, e sim em como o terror também pode ser enxergado com beleza mesmo entregando dor, medo e sangue em sua própria essência.
Os filmes sobre freiras e seitas religiosas são realizados constantemente e já são um subgênero à parte com poucas produções que realmente trazem representação artística. O grande ponto alto deste longa está na entrega de Jena Malone que realmente apresenta uma atuação convincente até mesmo quando nem o próprio roteiro ajuda. Suas alucinações são poéticas e assustadoras na mesma medida, ela vive Grace, uma oftalmologista britânica que viaja para um convento à beira-mar na Escócia, após receber a notícia de que seu irmão, um padre, morreu lá sob circunstâncias misteriosas. Não foge do que o público desse tipo de filme espera mas também a atreve a desafia-lo.
Em última instância, quando as peças se encaixam e a ameaça é finalmente revelada, o diretor vira o jogo ao próprio espectador, no que realmente ele acredita e espera de uma história de terror. Obviamente os fãs do gênero vão lembrar de um grande clássico bem semelhante, Os Demônios (1971) de Ken Russel, tão interessante como esse O Convento, que ainda tem tempo de trazer uma linda fotografia (mesmo com baixo orçamento e efeitos especiais simples) e a quebra de expectativas de maneira crua trabalhando mais o cinema em si que a indústria que ele pertence.
O ponto alto do filme é justamente não haver necessidade de ter acompanhado os filmes anteriores do MCU, o espectador se desprende da obrigação de ver tudo sobre todas as fases e curte a experiência da obra por si só. O mérito principal é do diretor James Gunn que consegue entregar um equilíbrio nos arcos onde cada personagem tem seu protagonismo com um grau de precisão cômica muito alinhado ao misto de sentimentos. Na real, ninguém quer o fim do grupo só que isso é inevitável.
Em Vários aspectos da equipe e de cada membro individual sobreviveram à evolução da equipe, mas outras características fazem os atuais guardiões parecerem um grupo completamente diferente do que eram antes de seu salto de popularidade. Essa maturidade é perceptível durante cada ato da história.
O alto evolucionário, que dá a Rocket Raccoon e seus amigos animais suas habilidades, é um processo muito doloroso tanto fisicamente e psicologicamente e esse norte dado a história cresce a cada detalhe do experimento surgindo o vilão da ocasião. No geral, tudo está em seu lugar e da melhor forma possível, o aspecto de Sci-Fi vintage, as lutas divertidas, a trilha sonora impecável além do elenco afiadíssimo como sempre. Um filme que emociona e diverte na mesma medida. Imperdível!
⚠️ Leve um lenço, momentos emocionantes não faltam. Assista na maior tela possível e em 3D! São duas cenas pós créditos não saia antes do final.
⭐️⭐️⭐️⭐️ Muito Bom
⚠️ Filmes do diretor podem causar gatilhos, não assista se estiver em momento sensível!
🖤🖤🖤 BOM
LOUCURA MULTIVERSAL - O espetáculo caótico de "Everything Everywhere
All At Once" ou no título nacional "Tudo, em Todo Lugar ao Mesmo Tempo" entrega um dos filmes mais legais da temporada atual,
reúne uma ampla gama de elementos em torno de um poderoso núcleo emocional,
proporcionando pouco mais de duas horas hilárias e profundamente
comoventes. O filme explora a temática do “multiverso” e o número infinito
de dimensões paralelas criadas por cada decisão da vida dos personagens e as
colisões aleatórias de algo quando os mundos se chocam. Daniel Kwan e Daniel
Scheinert (os diretores do filme, conhecidos coletivamente como “Daniels”)
brincam com conceitos como viagem no tempo, realidades separadas correndo em
paralelo e diferentes versões de personagens vivendo em universos diferentes. A
escolha artística dos produtores passam longe de qualquer imposição comercial
disfarçada (esqueça o multiverso da Marvel) e quando a explosão dos mundos
ocorrem é o verdadeiro "Multiverso da Loucura" que explode na tela. A trama diz respeito a Evelyn Wang (Michelle Yeoh, Perfeita!), dona
de uma lavanderia falida, que tem uma filha lésbica que se ressente dela (Stephanie
Hsu), um marido que está cansado de ser ignorado (Ke Huy Quan) e um pai doente
com uma série de expectativas esmagadoras (James Hong). Então, um dia, uma
versão de seu marido que não é realmente seu marido aparece para explicar que
há uma perturbação no tecido do espaço-tempo ou algo assim, e que Evelyn pode
ser a chave para tudo. Logo em seguida Evelyn conhece outras Evelyn de
diferentes dimensões em uma corrida contra diferentes filhas, de diferentes
dimensões com a ajuda de diferentes maridos e avós. Seu adversário
geralmente assume a forma de Dierdre, uma funcionária do IRS interpretado por
Jamie Lee Curtis. Os paralelos com milhares de outros universos desafia
qualquer senso comum, são tomadas que vão do cinema convencional a intervenções enigmáticas, a produção oferece momentos de meta-comédia
estranhamente divertida além de encontrar um interessante
propósito para sua insanidade, embora sua frenética mudança maníaca entre diferentes universos podem ser um pouco enervante. INSANAMENTE DIVERTIDO.
Hype: IMPERDÍVEL
Breve nos Cinemas!
(DICAS: Assista em 3D e na maior TELA possível). Assista a Morte do Demônio (Evil Dead)
O filme possui cenas PÓS-CRÉDITOS!
Estreia nos cinemas HOJE!
Hype: IMPERDÍVEL
👉 Temporada 2 (Season 2)
📺 Disponível na
Netflix
👀 São 7 episódios de 30 min.
Hype: BOM
🎬 NOS CINEMAS! 🍿🍿🍿🍿