Moana chega ao formato live-action sem trazer qualquer diferencial em relação à animação original. O filme repete cenas e diálogos à exaustão, confirmando a tendência preguiçosa da Disney de reciclar seu próprio repertório.
Como se não bastasse, Dwayne "The Rock" Johnson confirmou a produção de Moana 3 durante sua passagem promocional pelo Brasil, evidenciando como a ganância do estúdio fala mais alto que qualquer traço de originalidade.
Esta versão parece uma cópia mais lenta, sombria e menos fantasiosa da história que já conhecíamos. Se o desenho animado ainda mantinha certo brilho e um frescor, o que salva este remake de um fiasco completo é a boa produção musical e o elenco carismático, incluindo a novata Catherine Laga’aia como protagonista. Por outro lado, Dwayne Johnson entrega um Maui surpreendentemente sem graça.
A trama situa-se em um antigo mundo no Pacífico Sul. Em sua jornada em busca de uma lendária ilha, a adolescente Moana une forças ao seu herói, o semideus Maui. Pelo caminho, eles enfrentam criaturas marinhas, exploram mundos submersos e descobrem uma cultura ancestral.
Não há dúvidas de que a jornada de empoderamento de Moana encanta, mas no live-action ela soa superficial e menos impactante do que na animação, que tinha a capacidade técnica de externalizar sentimentos e exagerar emoções para causar efeito.
Moana (2026) carece do ritmo, do humor, do charme e da emoção do original. Além disso, o filme levanta constantemente a questão do porquê de sua existência, já que a versão de 10 anos atrás ainda funciona perfeitamente bem. Vai entender!
Meu Hype: ⭐️ RUIM
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